“A ponte não é de concreto, não é de ferro
Não é de cimento
A ponte é até onde vai o meu pensamento
A ponte não é para ir nem pra voltar
A ponte é somente pra atravessar
Caminhar sobre as águas desse momento”
(A Ponte – Lenine)

Não é de hoje que eu venho falando sobre a necessidade de equilibrar os usos de tecnologias de conexão nesse mundo hiperconectado. Tenho até um curso que avalia e discute a questão da nossa onipresença doentia usando as novas tecnologias de acesso às redes.
Percebo que existe um pulsar de mudança cultural em relação a isso tudo. Mais e mais pessoas sentem a necessidade de usar essas mesmas tecnologias de forma mais equilibrada e efetiva, para todos os aspectos de suas vidas.
Novas formas de pensar o trabalho e usos de espaços físicos têm aparecido constantemente nas discussões e artigos de periódicos digitais importantes, fazendo com que todas as gerações questionem e empreendam movimentos mais inteligentes de interações.
Isso impacta diretamente a construção de nossa identidade, já que esta é o fruto das interações que temos com todos os indivíduos e grupos que permeiam nossa existência ao longo do tempo.
No âmbito profissional, a busca por conexões mais relevantes e produtivas, além de reduções de gastos, tem levado muitas pessoas a procurar ambientes de compartilhamento de recursos, sejam eles espaço, acesso à conexão de alta velocidade, serviços e, principalmente, potenciais parceiros de negócios.
E esses ambientes de compartilhamento são nesse momento os Coworks.
O desconforto antagônico do isolamento proporcionado pela hiperconectividade tem gerado um movimento de busca por nossos pares nesses ambientes. Afinal, somos animais que vivem melhor em grupos. Grupos presenciais.
Os coworks já estão aí há algum tempo mas acredito que agora é a hora deles serem notados como opção para essa necessidade de interação mais real e, obviamente, mais vantajosos em termos de custo para empresas e profissionais liberais.
O insight para esse artigo surgiu depois que passei a usar o cowork para esse objetivo. Digo, sem sombra de dúvidas, que para mim e para minha empresa, o uso de um espaço colaborativo é muito mais interessante do que ter um espaço físico próprio, com custos elevados.
Atualmente eu uso a Ponte Espaços Colaborativos. Um cowork que traz como manifesto essa mentalidade das conexões relevantes. Para mim, passar um dia inteiro trabalhando lá justifica pela comodidade de estar dentro de um shopping center, com toda segurança e serviços que um grande shopping pode oferecer, pelo custo reduzido para o aluguel do espaço e, de quebra, a possibilidade de conhecer pessoas e interagir com elas através de um bate-papo ou ministrando um curso ou palestra.
A experiência é sempre positiva e saio de lá com muitos, muitos insights. Produtividade, baixo custo, interações relevantes e presenciais. Para mim, o melhor dos mundos.
Aliás, o mundo que vem a seguir.
Quer me encontrar pra bater um papo? Quer fazer um brainstorm de algum novo negócio que você pensou?
Vamos conversar lá na Ponte, que fica no Shopping Paralela, piso L2, aqui em Salvador.
Na sequência a gente come um acarajé.
😉

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